{"id":1440,"date":"2022-06-13T07:00:00","date_gmt":"2022-06-13T10:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/?p=1440"},"modified":"2022-06-28T12:17:50","modified_gmt":"2022-06-28T15:17:50","slug":"learning-by-doing-o-jeito-de-fazer-educacao-bilingue","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/pedagogico\/learning-by-doing-o-jeito-de-fazer-educacao-bilingue\/","title":{"rendered":"Learning by doing: o jeito de fazer educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue"},"content":{"rendered":"\n<p>O aprendizado de um segundo idioma \u00e9 requisito b\u00e1sico, h\u00e1 d\u00e9cadas, para qualquer carreira de sucesso. \u00c9 por isso que muitas fam\u00edlias escolhem institui\u00e7\u00f5es bil\u00edngues para os alunos, afinal, quanto mais cedo o contato com qualquer l\u00edngua, mais r\u00e1pida e naturalmente ela \u00e9 assimilada. Mas n\u00e3o basta aumentar a carga hor\u00e1ria das aulas de idiomas estrangeiros. \u00c9 preciso cumprir uma s\u00e9rie de requisitos para oferecer, de fato, o ensino bil\u00edngue.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse regramento ganhou uma <a href=\"https:\/\/www.ceed.rs.gov.br\/resolucao-n-0348-2019\"><strong>resolu\u00e7\u00e3o do Conselho Estadual de Educa\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul (CEEd-RS)<\/strong><\/a>, reconhecendo como escola bil\u00edngue \u201co ambiente em que se falam duas ou mais l\u00ednguas vivenciadas por meio de experi\u00eancias culturais, em diferentes contextos de aprendizado e n\u00famero diversificado de componentes curriculares, de forma que o(a) aluno(a) incorpore ao longo do tempo o novo c\u00f3digo lingu\u00edstico como se fosse sua l\u00edngua nativa\u201d. Na pr\u00e1tica, quer dizer que os alunos devem ter contato com o idioma n\u00e3o apenas como conte\u00fado lingu\u00edstico, mas tamb\u00e9m aplicado durante o ensino de outras habilidades e compet\u00eancias. As l\u00ednguas s\u00e3o usadas como meio de instru\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento do plano curricular.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a assessora pedag\u00f3gica em educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue Rita Ladeia, trata-se de um processo de educa\u00e7\u00e3o por meio do qual os estudantes desenvolvem v\u00e1rios repert\u00f3rios: de l\u00edngua, de conhecimentos acad\u00eamicos, socioemocionais, de processos cognitivos \u2013 tudo por meio de pelo menos duas l\u00ednguas. \u201c\u00c9 um processo que visa entender as l\u00ednguas como ferramentas que nos fortalecem, ampliam nosso horizonte de mundo, nosso entendimento de cultura, de sociedade, desse mundo m\u00faltiplo em que vivemos\u201d, sintetiza.<\/p>\n\n\n\n<p>Percebe-se, pela defini\u00e7\u00e3o de Ladeia, que o ensino bil\u00edngue enseja um processo de aprendizagem diversificado, potencializando diversas compet\u00eancias. Mas, para isso, \u00e9 fundamental contar com um processo bem estruturado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Implanta\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O curr\u00edculo da educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue deve ser integrado e conduzido com as duas l\u00ednguas, abordando de maneiras diferentes temas curriculares que fa\u00e7am parte das escolhas de cada escola \u2013 sem repeti-los em uma ou outra l\u00edngua. Devem ser atividades complementares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNenhuma escola se torna bil\u00edngue da noite para o dia\u201d, alerta a especialista em educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue e bilinguismo Luciana Brentano. Antes de mais nada, segundo ela, os gestores precisam pensar na forma\u00e7\u00e3o dos professores. \u201cN\u00e3o adianta s\u00f3 contratar professor de Ingl\u00eas. Precisa ensinar conte\u00fados por meio da l\u00edngua. No curso de Letras com habilita\u00e7\u00e3o em Ingl\u00eas se aprende a dar aula do idioma, mas n\u00e3o dos conte\u00fados usando a l\u00edngua inglesa\u201d, pondera.<\/p>\n\n\n\n<p>Rita Ladeia concorda. \u201cN\u00e3o temos, no Brasil, uma gradua\u00e7\u00e3o que nos prepare para sermos professores de educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue. Discutimos, por exemplo, a alfabetiza\u00e7\u00e3o \u2013 mas n\u00e3o como alfabetizar uma crian\u00e7a em processo de biletramento, que \u00e9 a aquisi\u00e7\u00e3o do mundo da leitura e da escrita em mais de uma l\u00edngua\u201d, exemplifica. J\u00e1 que a universidade ainda n\u00e3o contempla essa forma\u00e7\u00e3o, as escolas precisam oferecer. \u00c9 primordial investir na forma\u00e7\u00e3o dos profissionais, ainda muito escassos no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 importante que os professores do segundo idioma sejam fluentes ou, pelo menos, com um alto n\u00edvel de profici\u00eancia. J\u00e1 os que lecionam na l\u00edngua materna n\u00e3o precisam, mas tamb\u00e9m \u00e9 recomendado que tenham conhecimento razo\u00e1vel, j\u00e1 que a l\u00edngua vai circular muito pelos corredores. Gestores e funcion\u00e1rios tamb\u00e9m podem aprender para estabelecer uma comunica\u00e7\u00e3o mais ampla com os alunos e garantir uma experi\u00eancia completa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso levar em considera\u00e7\u00e3o a carga hor\u00e1ria para o ensino bil\u00edngue, tendo em vista que o terceiro par\u00e1grafo do artigo 32 da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) determina que o ensino fundamental regular deve ser ministrado em L\u00edngua Portuguesa. As escolas que desenvolvem o curr\u00edculo bil\u00edngue devem cumprir a carga hor\u00e1ria m\u00ednima de L\u00edngua Portuguesa, que \u00e9 de 800 horas, acrescida com a carga hor\u00e1ria que contemple a necessidade do ensino em l\u00ednguas estrangeiras adotadas. Al\u00e9m disso, para ser definida (e divulgada) como uma escola bil\u00edngue, precisa de autoriza\u00e7\u00e3o do CEEd-RS.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Planejamento \u00e9 ouro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O curr\u00edculo integrado parte de um estudo minucioso do que a escola j\u00e1 aplica, desdobrando as \u00e1reas e temas para que sejam explorados \u2013 n\u00e3o necessariamente todos. A explora\u00e7\u00e3o na outra l\u00edngua precisa englobar o mesmo tema, de prefer\u00eancia simultaneamente, mas sem repeti\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00e3o \u00e9 tradu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 fazer a mesma coisa, isso \u00e9 muito importante na constru\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo integrado\u201d, ressalta Ladeia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para que o processo de transforma\u00e7\u00e3o em escola bil\u00edngue tenha \u00eaxito, ele precisa andar de maneira constante, mas gradual. Todos os professores precisam se entender como bil\u00edngues, ainda que s\u00f3 trabalhem no idioma de origem \u2013 afinal, fazem parte da mesma engrenagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa consci\u00eancia ajuda na integra\u00e7\u00e3o, que se consolida por meio de encontros e conversas. Um cronograma de reuni\u00f5es peri\u00f3dicas tamb\u00e9m \u00e9 investimento na forma\u00e7\u00e3o do projeto e dos profissionais, trazendo os parceiros que lecionam em Portugu\u00eas e os dos outros idiomas para discutir conte\u00fado, objetivos e procedimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma metodologia muito apropriada para integrar o ensino em dois idiomas \u00e9 a de projetos, que pressup\u00f5e intera\u00e7\u00e3o entre as disciplinas. Todos os professores, de todos os componentes, trabalham juntos em atividades interdisciplinares para que as compet\u00eancias sejam desenvolvidas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que prev\u00ea o MEC<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tramita no Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) um documento que define as <a href=\"http:\/\/portal.mec.gov.br\/docman\/setembro-2020-pdf\/156861-pceb002-20\/file\"><strong>Diretrizes Curriculares Nacionais para a oferta de Educa\u00e7\u00e3o Pluril\u00edngue<\/strong><\/a>. Aprovado em julho de 2020 e aguardando homologa\u00e7\u00e3o, o texto traz elementos importantes. Primeiro, pede forma\u00e7\u00e3o em Ensino Superior, com licenciatura \u2013 atendendo \u00e0 Lei de Diretrizes e Bases.<\/p>\n\n\n\n<p>O regramento proposto abre possibilidade para que professores com licenciatura em qualquer \u00e1rea do conhecimento atuem na segunda l\u00edngua de instru\u00e7\u00e3o. Mas estabelece uma s\u00e9rie de requisitos. Todos, inclusive os formados em Letras ou Pedagogia, precisam de pelo menos 120 horas de curso de extens\u00e3o com foco em curr\u00edculos bil\u00edngues. Esses cursos contemplam teoria de aprendizagem, metodologias ativas, leitura e escrita, tudo com foco no bilinguismo. Por isso a necessidade de, al\u00e9m da licenciatura, contar com forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p>Um aspecto chama aten\u00e7\u00e3o no texto: o professor precisaria comprovar flu\u00eancia e profici\u00eancia no segundo idioma por meio do que se chama de matriz europeia ou marco comum europeu, o CEFR (Quadro Comum de Refer\u00eancia Europeia). \u201cEsse documento surgiu nos anos 1980 com objetivo bem menor do que ocupa hoje. Pretendia apenas aferir flu\u00eancia e profici\u00eancia em trabalhadores europeus, naquele in\u00edcio de globaliza\u00e7\u00e3o, para o mundo do trabalho. Mas ganhou repercuss\u00e3o muito grande no mundo\u201d, explica Ladeia.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta pede a comprova\u00e7\u00e3o por qualquer exame internacional desenvolvido \u00e0 luz dessa matriz. Um professor, para lecionar matem\u00e1tica, comprova licenciatura em matem\u00e1tica. Para lecionar em curr\u00edculo bil\u00edngue precisaria atestar a profici\u00eancia, a licenciatura e ainda uma extens\u00e3o ou p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o de pelo menos 120 horas e enfoque em educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o demanda tempo e investimento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora o regramento do ensino bil\u00edngue esteja apenas aguardando homologa\u00e7\u00e3o no MEC, algumas institui\u00e7\u00f5es correm risco de serem pegas desprevenidas quando o texto entrar em vigor. \u201cO investimento mais desafiador \u00e9 o da forma\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica do professor. Se ele j\u00e1 tem ingl\u00eas de n\u00edvel avan\u00e7ado, isso fica muito f\u00e1cil porque \u00e9 s\u00f3 pagar a certifica\u00e7\u00e3o. Mas e se a l\u00edngua adicional dele n\u00e3o for suficiente para prestar uma certifica\u00e7\u00e3o internacional?\u201d, questiona Rita Ladeia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A especialista ressalta que alguns professores aprendem e se tornam fluentes de forma r\u00e1pida, mas outros nem tanto. \u201cIsso n\u00e3o tem prazo, cada um desenvolve em um tempo, \u00e9 diferente do curso de 120 horas que tem dia para come\u00e7ar e terminar\u201d, compara.<\/p>\n\n\n\n<p>O cen\u00e1rio hoje \u00e9 diversificado. Algumas escolas j\u00e1 matricularam todos os professores em forma\u00e7\u00e3o bil\u00edngue, mesmo aqueles que lecionam em L\u00edngua Portuguesa. Outras colaboram financeiramente para que os educadores se especializem e um terceiro grupo ainda n\u00e3o come\u00e7ou nenhum tipo de movimenta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSe voc\u00ea tem um professor que interessa manter, que faz bem o trabalho, \u00e9 importante investir nele. O mercado n\u00e3o est\u00e1 cheio de professor para a gente dispensar um e contratar outro, mas cada escola reage de um jeito\u201d, alerta Ladeia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Integra\u00e7\u00e3o de novos alunos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para n\u00e3o comprometer a capta\u00e7\u00e3o de alunos nas s\u00e9ries mais avan\u00e7adas, por receio de n\u00e3o conseguir lidar com mais de um idioma, as escolas precisam estar preparadas para fazer esse acolhimento. Deve ser explicado para a fam\u00edlia que os assuntos trabalhados em sala de aula n\u00e3o s\u00e3o repetidos, mas s\u00e3o trabalhados por meio de atividades complementares, ajudando na compreens\u00e3o tanto do componente curricular, quanto do idioma.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro elemento para receber esse aluno \u00e9 o professor acreditar que aquele aluno n\u00e3o tem apenas a l\u00edngua como recurso, mas carrega uma experi\u00eancia vasta e um repert\u00f3rio pr\u00f3prio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda coisa \u00e9 tranquilizar a crian\u00e7a e a fam\u00edlia. Dizer que faz parte do processo n\u00e3o entender quase nada no come\u00e7o, mas vai passar. Dia a dia o aluno vai entender cada vez mais, at\u00e9 que a compreens\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o seja um problema, depois responda com naturalidade, at\u00e9 que domine o idioma.<\/p>\n\n\n\n<p>O terceiro aspecto \u00e9 olhar para o aluno, no preparo das atividades, analisando que tipo de ajuda ele precisa, que palavras ele vai entender na atividade proposta. O professor tem obriga\u00e7\u00e3o de ajudar, mas os colegas tamb\u00e9m s\u00e3o muito importantes nesse acolhimento. Eles costumam ter estrat\u00e9gias pr\u00f3prias e interagir de um jeito solid\u00e1rio, desde que a escola saiba fazer esse trabalho de acolhimento.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUma pr\u00e1tica que eu uso muito em todas as escolas em que presto assessoria: quando chega uma crian\u00e7a nova, pe\u00e7o que o coordenador interrompa alguma aula do segundo idioma para perguntar se ela est\u00e1 entendendo. Na sequ\u00eancia, pe\u00e7a para crian\u00e7as que j\u00e1 passaram por isso contarem como foi, porque a crian\u00e7a precisa entender que outras j\u00e1 viveram aquilo\u201d, conta Ladeia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Um trabalho gradual e pensado minuciosamente<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No Rio Grande do Sul, apesar da presen\u00e7a marcante de imigrantes alem\u00e3es e italianos, por exemplo, a grande maioria das institui\u00e7\u00f5es que oferecem o ensino bil\u00edngue optam pelo Ingl\u00eas como segundo idioma. A resposta costuma estar na compreens\u00e3o, por parte dos estudantes e familiares, de que se trata de um idioma globalizado.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi o caso da unidade Oswaldo Cruz da Institui\u00e7\u00e3o Evang\u00e9lica de Novo Hamburgo (IENH), que iniciou o processo de adapta\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo em 2005. Anos antes, a equipe da escola come\u00e7ou o trabalho de pesquisa sobre a modalidade, inclusive visitando institui\u00e7\u00f5es em S\u00e3o Paulo, onde a pr\u00e1tica j\u00e1 estava consolidada. A experi\u00eancia serviu como base para trilhar o caminho, j\u00e1 que simplesmente importar um curr\u00edculo n\u00e3o seria vi\u00e1vel \u2013 cada escola tem suas particularidades e respeitar isso \u00e9 importante at\u00e9 mesmo para n\u00e3o perder a identidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/56-Bilingue-foto-interna-credito-assessoria-de-comunicacao-e-marketing-IENH-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1445\" srcset=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/56-Bilingue-foto-interna-credito-assessoria-de-comunicacao-e-marketing-IENH-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/56-Bilingue-foto-interna-credito-assessoria-de-comunicacao-e-marketing-IENH-300x200.jpg 300w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/56-Bilingue-foto-interna-credito-assessoria-de-comunicacao-e-marketing-IENH-768x512.jpg 768w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/56-Bilingue-foto-interna-credito-assessoria-de-comunicacao-e-marketing-IENH-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/56-Bilingue-foto-interna-credito-assessoria-de-comunicacao-e-marketing-IENH-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Unidade Oswaldo Cruz da IENH iniciou o processo de adapta\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo em 2005<br>Foto: Assessoria de comunica\u00e7\u00e3o e marketing da IENH<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No primeiro ano foram criadas duas turmas piloto e a experi\u00eancia logo caiu no gosto das fam\u00edlias. \u201cNa \u00e9poca, como o bil\u00edngue tem um pre\u00e7o diferenciado, foi oferecido como um diferencial. As fam\u00edlias escolhiam entre o curr\u00edculo bil\u00edngue e o tradicional. Com o passar dos anos o tradicional perdeu for\u00e7a, n\u00e3o t\u00ednhamos mais pessoas interessadas, ent\u00e3o houve a migra\u00e7\u00e3o para uma escola bil\u00edngue\u201d, relata a coordenadora pedag\u00f3gica e assessora do curr\u00edculo bil\u00edngue da unidade Oswaldo Cruz, Cristiane Ely Lemke.<\/p>\n\n\n\n<p>Trabalhando na IENH desde 2006, Cristiane acompanhou o projeto praticamente desde o come\u00e7o. Ela observa que o curr\u00edculo foi passando por atualiza\u00e7\u00f5es ao longo desse tempo, mas sem perder a ideia de trabalhar l\u00edngua e conte\u00fado por meio da viv\u00eancia. \u201cEstive na implanta\u00e7\u00e3o como professora de l\u00edngua inglesa. T\u00ednhamos muitas reuni\u00f5es de estudo, entre os professores que estavam trabalhando no bil\u00edngue, para que f\u00f4ssemos nos aprimorando. Aprendemos fazendo, <em>learn by doing<\/em>, educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue \u00e9 assim\u201d, defende. Outra pr\u00e1tica que ajudou no come\u00e7o foi a duplicidade: duas professoras dentro da sala de aula. Isso ainda \u00e9 mantido na educa\u00e7\u00e3o infantil, alternando o foco nas diferentes l\u00ednguas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para trabalhar os conte\u00fados em l\u00edngua inglesa, a IENH se associou a um curr\u00edculo da Universidade de Cambridge, da Inglaterra. Os componentes de Matem\u00e1tica e Ci\u00eancias, ou <em>Science<\/em> e <em>Math<\/em>, s\u00e3o desenvolvidos tal e qual o que \u00e9 praticado l\u00e1.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFazemos um estudo para n\u00e3o repetir o conte\u00fado. Tem coisas do curr\u00edculo de Cambridge que nem aparecem no brasileiro, ent\u00e3o vamos complementando. Por isso \u00e9 importante o planejamento em conjunto. A professora de Ci\u00eancias senta com a de Science para trabalhar de forma rica e n\u00e3o repetitiva. O objetivo \u00e9 abordar por outro \u00e2ngulo, de uma maneira mais l\u00fadica, \u00e0s vezes mais pr\u00e1tica\u201d, detalha Cristiane.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando os alunos v\u00e3o para as s\u00e9ries finais, passam por <em>check points<\/em>, que s\u00e3o exames de Cambridge em <em>Math<\/em> e <em>Science<\/em>. A prova vem da Inglaterra e tem um momento espec\u00edfico para essa avalia\u00e7\u00e3o, que \u00e9 feita em rela\u00e7\u00e3o aos conte\u00fados e n\u00e3o do idioma. Esse conhecimento ajuda aqueles que querem se candidatar para cursar o Ensino Superior em outros pa\u00edses.<br>Para que todo o ambiente escolar seja cada vez mais bil\u00edngue, a escola refor\u00e7a a sinaliza\u00e7\u00e3o em l\u00edngua inglesa e criou, agora, um programa de incentivo com ajuda de custo para que os funcion\u00e1rios fa\u00e7am aulas do idioma. Entre os alunos, a viv\u00eancia \u00e9 garantida por meio de imers\u00f5es n\u00e3o apenas dentro da institui\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m em outros ambientes. As experi\u00eancias v\u00e3o de coisas simples, como combinar com o gar\u00e7om para falar em ingl\u00eas no restaurante, at\u00e9 o deslocamento para atividades mais completas. No sexto ano, por exemplo, as turmas fazem uma viagem para S\u00e3o Paulo, onde participam de um <em>english camp<\/em> de quatro dias.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"557\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/sinepe_infografico_56_bilingue_ok-557x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1451\" srcset=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/sinepe_infografico_56_bilingue_ok-557x1024.png 557w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/sinepe_infografico_56_bilingue_ok-163x300.png 163w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/sinepe_infografico_56_bilingue_ok-768x1412.png 768w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/sinepe_infografico_56_bilingue_ok.png 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 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