{"id":3201,"date":"2023-05-12T09:34:57","date_gmt":"2023-05-12T12:34:57","guid":{"rendered":"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/?p=3201"},"modified":"2023-05-17T09:49:42","modified_gmt":"2023-05-17T12:49:42","slug":"maes-e-professoras-historias-de-afeto-e-amor-ao-ensinar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/inspire-se\/maes-e-professoras-historias-de-afeto-e-amor-ao-ensinar\/","title":{"rendered":"M\u00e3es e professoras: hist\u00f3rias de afeto e amor ao ensinar"},"content":{"rendered":"\n<p>Ser m\u00e3e \u00e9 uma experi\u00eancia \u00fanica e, talvez, uma das mais desafiadoras na vida de uma mulher. E quando a fun\u00e7\u00e3o \u00e9 ampliada e a m\u00e3e tamb\u00e9m vira professora do seu filho? Muitas s\u00e3o as mulheres que assumem essa dupla fun\u00e7\u00e3o no ensino privado do Rio Grande do Sul. E para homenagear essas e todas as m\u00e3es pelo pr\u00f3ximo dia 14 de maio, o Educa\u00e7\u00e3o em Pauta foi atr\u00e1s dessas hist\u00f3rias, para saber como foi a experi\u00eancia de educar e ensinar ao mesmo tempo, confira:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estudante e filho<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3202\" srcset=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image.png 1024w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-300x225.png 300w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-768x576.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><em>Profe Graci e seu filho Bernardo durante uma aula de geografia<\/em> | <em>Cr\u00e9dito: Milena Wittekind \/ MKT CFJL&nbsp;<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em Horizontina, a<strong> <\/strong>professora de Geografia do Ensino Fundamental do Centro Tecnol\u00f3gico Frederico Jorge Logemann, Graciele Raquel Wagner, vive experi\u00eancias especiais durante a semana. O seu filho Bernardo, de 16 anos, \u00e9 um dos seus alunos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m conhecida como \u201cprofe Graci\u201d, ela recorda que, quando Bernardo nasceu, ela tinha 24 anos e j\u00e1 era professora. Ela relata que ter sido uma m\u00e3e de primeira viagem foi desafiador, considerando a quest\u00e3o profissional, \u201ca adapta\u00e7\u00e3o foi dif\u00edcil, por\u00e9m necess\u00e1ria\u201d. A sua organiza\u00e7\u00e3o mudou, precisou reorganizar seu tempo. \u201cAntes de ser m\u00e3e, me dedicava integralmente ao planejamento das minhas aulas, das metodologias que iria utilizar em sala de aula, avalia\u00e7\u00f5es, corre\u00e7\u00f5es. Depois do nascimento do meu filho, as prioridades mudaram, mas eu precisava manter a qualidade do meu trabalho\u201d, salienta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ela relata um outro desafio: deixar seu filho, ainda pequeno, para ir trabalhar. \u201cAo mesmo tempo que ir para a escola me fazia muito bem, deixar ele era bem sofrido. Mas com o tempo, tudo isso foi superado. Lembro at\u00e9 hoje, e conto para as pessoas, que ele cresceu em meio a provas, trabalhos e livros espalhados pela casa\u201d, recorda.<\/p>\n\n\n\n<p>Anteriormente, a educadora confessa que tinha medo de quando esse dia chegasse: ser m\u00e3e e educadora. Ela frisa que sempre foi muito r\u00edgida com Bernardo nas quest\u00f5es relacionadas \u00e0 escola, e n\u00e3o sabia como seria. Mas, para sua surpresa, tudo est\u00e1 tranquilo. Ela v\u00ea ele na sala de aula realmente como aluno, assim como os outros estudantes da turma. N\u00e3o cobra mais e nem menos por ser seu filho. Ele tamb\u00e9m n\u00e3o tem regalias ou privil\u00e9gios. Atualmente, ela leciona Geografia para o filho, que cursa o 3\u00ba ano do Ensino M\u00e9dio.<\/p>\n\n\n\n<p>A sua ess\u00eancia de professora exige isso, e acredita que precisa ser assim, sem favorecer ou facilitar, e nem ser mais exigente. \u201cL\u00e1 ele \u00e9 meu aluno, mesmo sendo meu filho, uma das pessoas mais importantes da minha vida. \u00c0s vezes rola umas brincadeiras, como \u2018Bernardo, vou contar pra sua m\u00e3e\u2019, ou os colegas falam que v\u00e3o contar pra m\u00e3e dele. Rimos todos juntos da situa\u00e7\u00e3o\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a professora Graci, ser m\u00e3e foi um divisor de \u00e1guas. <mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color\">\u201cPassei a ver meus alunos de uma forma diferente depois de me tornar m\u00e3e, sem perder meu jeito exigente. Consigo perceber de uma forma mais clara e com sensibilidade, que nem sempre est\u00e3o bem, que nem sempre conseguem dar conta de tudo, que tem uma m\u00e3e e um pai por tr\u00e1s desta crian\u00e7a ou adolescente que est\u00e1 l\u00e1 e acredita nele, que \u00e0s vezes est\u00e3o precisando de ajuda, ou de um simples &#8220;est\u00e1 tudo bem? Vejo um pouquinho dos meus filhos em cada um dos meus alunos\u201d<\/mark>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estabelecendo limites&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color\">\u201cSer professora j\u00e1 \u00e9 complexo, imagina ser professora do filho.\u201d<\/mark> A declara\u00e7\u00e3o da coordenadora pedag\u00f3gica institucional da Sociedade Educacional Tr\u00eas de Maio (Setrem), Elisabete Andrade, ressalta o quanto s\u00e3o representativas essas atribui\u00e7\u00f5es na vida pessoal e profissional.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A especialista aponta que <mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color\">a necessidade de estabelecer limites, especialmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 fun\u00e7\u00e3o materna, vai depender da idade do estudante. Na inf\u00e2ncia, \u00e9 mais dif\u00edcil essa separa\u00e7\u00e3o sendo necess\u00e1rio desenvolver estrat\u00e9gias para limitar o papel como m\u00e3e enquanto estiver como educadora. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o aos adolescentes, a conversa \u00e9 importante, explicando, antecipadamente, os pap\u00e9is de m\u00e3e e professora.&nbsp;<\/mark><\/p>\n\n\n\n<p>Em qualquer um dos casos, o fundamental \u00e9 deixar claro para os filhos que na escola a professora n\u00e3o deixar\u00e1 de ser m\u00e3e, mas que, em sala de aula, todos seguir\u00e3o as mesmas regras e ser\u00e3o tratados de acordo com as suas necessidades. \u201cTanto a crian\u00e7a quanto o adolescente precisam se sentir seguros emocionalmente para aprender. Logo, as regras precisam ser claras\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo n\u00e3o sendo a mesma situa\u00e7\u00e3o, Elisabete recorda, com bom humor, de um fato marcante que dimensiona o qu\u00e3o \u00e9 desafiador essa dupla jornada. Quando era professora, seu filho estudava na mesma escola e, em um determinado dia, resolveu fugir da sala de aula. Resultado: foi pego em um dos corredores enquanto subia as escadas para encontr\u00e1-la.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a especialista acredita que \u00e0 medida que se vai passando por esse tipo de experi\u00eancia \u00e9 poss\u00edvel aprender a lidar com ela. \u201cN\u00e3o h\u00e1 um manual para ser m\u00e3e e muito menos um manual para ser m\u00e3e e professora dos filhos. Seguimos sempre aprendendo a ser m\u00e3es e a ser filhos, nos mais diversos contextos da vida e da profiss\u00e3o\u201d, salienta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>M\u00e3e de aluna<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"680\" src=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-1-1024x680.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3203\" srcset=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-1-1024x680.png 1024w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-1-300x199.png 300w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-1-768x510.png 768w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-1-1536x1020.png 1536w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-1.png 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><em>Nas aulas de L\u00edngua Portuguesa, Raquel ensina sua filha Antonella&nbsp;<\/em>| <em>Cr\u00e9dito: Comunica\u00e7\u00e3o Col\u00e9gio Gonzaga \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No sul do Estado, mais especificamente em Pelotas, um caso semelhante ocorre com Antonella, de 12 anos. Ela estuda no Col\u00e9gio Gonzaga e a sua professora de L\u00edngua Portuguesa, do Ensino Fundamental, \u00e9 sua m\u00e3e.<\/p>\n\n\n\n<p>A professora Raquel Corvello destaca que essa situa\u00e7\u00e3o ocasionou mudan\u00e7as representativas, pois percebeu que tem sido mais analisada e observada por sua filha. \u201cO lado cr\u00edtico dela foi aflorado. Algumas vezes, noto que me admira como m\u00e3e e professora. Em outros momentos, ela questiona minhas atitudes ou apar\u00eancia, sempre em casa e nunca na frente dos outros\u201d, frisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 din\u00e2mica em sala de aula, a m\u00e3e e professora comenta que ambas conseguem deixar a conviv\u00eancia bem imparcial. \u201cNa medida do poss\u00edvel, trato ela como aluna e, em casa, a Antonela \u00e9 muito aut\u00f4noma. Ent\u00e3o, n\u00e3o preciso cobrar nada\u201d, complementa.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre esse \u201ccuidar maternal\u201d ser transmitido para os outros alunos, Raquel frisa que ser professora vem antes de ser m\u00e3e. \u201cCom certeza, todas n\u00f3s professoras temos um olhar de preocupa\u00e7\u00e3o e cuidado que \u00e9 inerente a todas as m\u00e3es. Sou um pouco m\u00e3e, uma m\u00e3e muito exigente, de meus alunos e de meus filhos\u201d, ressalta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em dose dupla<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-2-1024x682.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3204\" srcset=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-2-1024x682.png 1024w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-2-300x200.png 300w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-2-768x512.png 768w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-2-1536x1023.png 1536w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/image-2.png 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><em>No col\u00e9gio, Audrey e G\u00fcnther tem educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica com sua m\u00e3e Karina&nbsp;<\/em>| <em>Cr\u00e9dito: Leandro Duarte \/ Col\u00e9gio Ros\u00e1rio<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Um dia dando aula para a filha, em outro para o filho. Em Porto Alegre, esses momentos s\u00e3o vividos pela professora de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica do Ensino Fundamental do Col\u00e9gio Marista Ros\u00e1rio, Karina Pacheco Dohms.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Desde o ano passado, a educadora come\u00e7ou a dar aulas para o filho G\u00fcnther, de 10 anos, e, a partir deste ano, para a filha Audrey, de 8 anos. Segundo a professora, a sua profiss\u00e3o possui semelhan\u00e7as com a maternidade, pois \u00e9 preciso dar acolhimento e afeto aos estudantes para que possam se desenvolver e constituir uma caminhada de aprendizado. <mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color\">\u201cCreio que o cuidado maternal se estende aos estudantes por meio do acolhimento, do afeto, da aten\u00e7\u00e3o e do cuidado ampliados. Ser m\u00e3e \u00e9 uma benesse para o meu fazer docente\u201d<\/mark>, analisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Karina enfatiza que lecionar para seus dois filhos tem sido muito positivo e gratificante. Ela confessa que n\u00e3o tinha imaginado que essa situa\u00e7\u00e3o iria acontecer, mas, quando seus filhos estavam se aproximando do 3\u00ba ano, perguntavam quando seria professora deles. \u201cNessa \u00e9poca, comentava que na escola todos os estudantes eram tratados de maneira igual e que eles deveriam me chamar de professora, mas se escapasse um \u2018m\u00e3e\u2019 n\u00e3o haveria mal nenhum\u201d, lembra.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para a docente, \u00e9 uma grande felicidade saber que seus filhos est\u00e3o podendo acompanhar um pouco daquilo que ela tanto se dedica e se esfor\u00e7a para proporcionar aos seus estudantes. S\u00e3o momentos para eles observarem o quanto a \u201cprofe\u201d contribui para o desenvolvimento motor e experi\u00eancias corporais diversificadas e significativas para diversas crian\u00e7as.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em homenagem ao Dia das M\u00e3es, tr\u00eas educadoras contam suas experi\u00eancias e seus desafios em lecionar para seus filhos <\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":3216,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[81,337,336,43],"class_list":["post-3201","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-inspire-se","tag-dia-das-maes","tag-maes","tag-professoras","tag-sinepe-rs-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>M\u00e3es e professoras: hist\u00f3rias de afeto e amor 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