{"id":4930,"date":"2024-07-30T11:04:52","date_gmt":"2024-07-30T14:04:52","guid":{"rendered":"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/?p=4930"},"modified":"2024-08-20T15:51:12","modified_gmt":"2024-08-20T18:51:12","slug":"tdah-em-adultos-quando-o-diagnostico-chega-na-fase-adulta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/pedagogico\/tdah-em-adultos-quando-o-diagnostico-chega-na-fase-adulta\/","title":{"rendered":"TDAH em adultos: quando o diagn\u00f3stico chega na fase adulta"},"content":{"rendered":"\n<p>Segundo a <a href=\"https:\/\/tdah.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o (ABDA)<\/a>, estudos realizados em diversos pa\u00edses, incluindo o Brasil, indicam que <mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color has-white-color\">entre 5% e 8% da popula\u00e7\u00e3o mundial sofre do Transtorno do D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o com Hiperatividade (TDAH).<strong> <\/strong>Na vida adulta, os sintomas mais presentes s\u00e3o desaten\u00e7\u00e3o, impulsividade e hiperatividade.<\/mark><\/p>\n\n\n\n<p>Conforme ressalta a neuropsic\u00f3loga e pesquisadora do <a href=\"https:\/\/inscer.pucrs.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto do C\u00e9rebro (InsCer)<\/a>, Danielle Costa, o TDAH \u00e9 complexo e heterog\u00eaneo. \u201cO conjunto de sintomas \u00e9 extenso e pode variar bastante de um indiv\u00edduo para o outro e de acordo com a faixa et\u00e1ria\u201d, aponta.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela ainda indica que h\u00e1 diferencia\u00e7\u00f5es na express\u00e3o deste transtorno em adultos. A apresenta\u00e7\u00e3o hiperativa, por exemplo, \u00e9 mais frequente e intensa entre as crian\u00e7as, ou seja, no in\u00edcio da inf\u00e2ncia os sintomas motores t\u00eam maior preval\u00eancia, enquanto na vida adulta ficam mais evidentes as quest\u00f5es mentais. \u201cAlguns pacientes continuam a ter hiperatividade na vida adulta, a qual pode se manifestar como sensa\u00e7\u00e3o subjetiva de \u2018pensamento acelerado\u2019 ou de inquieta\u00e7\u00e3o\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p>Como se trata de um transtorno do neurodesenvolvimento, ainda se considera que os sintomas devem estar presentes na inf\u00e2ncia \u2013 antes dos 12 anos de idade (de acordo com os crit\u00e9rios estabelecidos). Passando esta fase, \u00e9 poss\u00edvel considerar que o diagn\u00f3stico est\u00e1 sendo realizado mais tardiamente (adolesc\u00eancia ou idade adulta). <\/p>\n\n\n\n<p>Para detectar o TDAH, o diagn\u00f3stico cl\u00ednico \u00e9 realizado a partir de uma avalia\u00e7\u00e3o minuciosa em que se investigar\u00e1 se os sintomas apresentados s\u00e3o compat\u00edveis com o transtorno. \u201cN\u00e3o h\u00e1 um exame de neuroimagem ou laboratorial para o diagn\u00f3stico, nenhum marcador biol\u00f3gico \u00e9 diagn\u00f3stico para o transtorno, embora estes possam ser realizados buscando descartar outras condi\u00e7\u00f5es\u201d, pondera Danielle.<\/p>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color has-white-color\">Em geral, o diagn\u00f3stico \u00e9 realizado na inf\u00e2ncia, quando acontece a entrada na escola e demandas acad\u00eamicas e sociais passam a representar desafios para a crian\u00e7a.<\/mark> Entretanto, muitas vezes, ele n\u00e3o ocorre nesta etapa, pois os sintomas s\u00e3o leves ou n\u00e3o limitam o cotidiano do indiv\u00edduo de forma percept\u00edvel. <mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color has-white-color\">\u201cJ\u00e1 na fase adulta h\u00e1 um aumento de demandas e aqueles sintomas, antes muito discretos, podem come\u00e7ar a se tornar mais expl\u00edcitos e a impactar na funcionalidade do sujeito. Tamb\u00e9m \u00e9 de se considerar se o indiv\u00edduo estava em tratamento ou n\u00e3o, pois isto impacta nesta flutua\u00e7\u00e3o dos sintomas\u201d<\/mark>, enfatiza.<\/p>\n\n\n\n<p>O chefe do Servi\u00e7o de Psiquiatria da Inf\u00e2ncia e da Adolesc\u00eancia do Hospital das Cl\u00ednicas de Porto Alegre (HCPA), Luis Augusto Paim Rohde, refor\u00e7a que <mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color has-white-color\">\u00e9 muito presente em adultos as dificuldades atencionais e de fun\u00e7\u00e3o executiva. Podem se manifestar por meio da procrastina\u00e7\u00e3o, da dificuldade de poder executar as coisas do dia a dia e da impulsividade cognitiva.<\/mark>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Rohde tamb\u00e9m \u00e9 coordenador-geral do <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/prodah\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Transtornos de D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o\/Hiperatividade (ProDAH)<\/a> e destaca que \u00e9 poss\u00edvel entender, com mais evid\u00eancias, os porqu\u00eas do aumento de casos de TDAH em adultos. Atualmente, o programa atende e pesquisa cerca de 1,3 mil crian\u00e7as e adolescentes e 1,5 mil adultos. \u201cEm nosso programa, quando vamos avaliar com mais detalhes uma mulher, por exemplo, essa tem uma hist\u00f3ria de vida caracter\u00edstica de TDAH que nunca foi pensado. Esse acr\u00e9scimo de casos deve-se porque n\u00e3o era avaliado tanto o transtorno em adultos, muito menos em mulheres\u201d, enfatiza.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda, segundo o especialista, certos comportamentos passam despercebidos ainda na inf\u00e2ncia. \u201cOs meninos costumam apresentar mais o componente de hiperatividade em casa e na escola, sendo levados ao tratamento. J\u00e1 as meninas n\u00e3o, s\u00e3o vistas como desatentas, ficam quietinhas na sala de aula, n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o percebidas\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A import\u00e2ncia de diagnosticar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A psic\u00f3loga e especialista em Neuroci\u00eancia e Comportamento pela <a href=\"https:\/\/portal.pucrs.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul (PUCRS)<\/a>, Rosana Vieira de Souza, pontua que <mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color has-white-color\">o diagn\u00f3stico, mesmo na fase adulta, \u00e9 importante para que seja poss\u00edvel o melhor planejamento terap\u00eautico. Este pode incluir uma eventual necessidade de medica\u00e7\u00f5es e interven\u00e7\u00f5es n\u00e3o farmacol\u00f3gicas.<\/mark>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com a adequada orienta\u00e7\u00e3o da equipe de sa\u00fade, a pessoa pode desenvolver estrat\u00e9gias que v\u00e3o auxili\u00e1-la nas demandas do cotidiano, tendo em vista os principais preju\u00edzos e dificuldades enfrentados. \u201cA psicoterapia de orienta\u00e7\u00e3o cognitivo-comportamental, por exemplo, pode ser um importante aliado para o aprendizado de estrat\u00e9gias de resolu\u00e7\u00e3o de problemas, manejo do tempo e automonitoramento, entre outras\u201d, aponta.<\/p>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color has-white-color\">N\u00e3o identificar e tratar o TDAH pode trazer preju\u00edzos sociais e emocionais, impactando na qualidade de vida destes adultos. O n\u00e3o tratamento pode favorecer o surgimento de outros sintomas ou transtornos, tais como depress\u00e3o, ansiedade, uso de subst\u00e2ncias, entre outros.<\/mark> A autoestima tamb\u00e9m \u00e9 um grande diferenciador do transtorno na fase adulta. \u201cAo perceber as pr\u00f3prias dificuldades, as pessoas, muitas vezes, sentem-se menos capazes ou competentes para lidar com as demandas laborais ou sociais. Sem o acompanhamento adequado, este adulto passa a ter comprometida sua percep\u00e7\u00e3o de autoefic\u00e1cia, impactando na autoimagem\u201d, salienta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As alternativas para o transtorno<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A tr\u00edade de atendimento (psiqui\u00e1trico, psicol\u00f3gico e psicopedag\u00f3gico) funciona muito bem para adultos com o transtorno, segundo a especialista em Educa\u00e7\u00e3o Especial e Inclusiva e professora na <a href=\"https:\/\/landing.uniritter.edu.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">UniRitter<\/a>, Denise Costa Ceroni. Para ela, cada profissional ficar\u00e1 dentro da sua esfera para potencializar aquela pessoa que seja capaz de aprender, se relacionar, viver bem a vida. No entanto, Denise alerta que esse atendimento n\u00e3o pode ser descontinuado de uma hora para outra. \u201cAos poucos, estamos desconstruindo preconceitos que envolvem a sa\u00fade mental, como havia com o TDAH\u201d, salienta.<\/p>\n\n\n\n<p>Rohde refor\u00e7a que, por meio de evid\u00eancias cient\u00edficas, <mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color has-white-color\">existe a necessidade de uma adequada psico-educa\u00e7\u00e3o, ou seja, fazer com que este adulto entenda que seu comportamento n\u00e3o est\u00e1 associado \u00e0 pregui\u00e7a, \u00e0 incompet\u00eancia ou \u00e0 falta de for\u00e7a de vontade, mas s\u00e3o apenas percep\u00e7\u00f5es e r\u00f3tulos.<\/mark> \u201cOutra evid\u00eancia s\u00e3o as terapias cognitivo-comportamentais, que v\u00e3o ajudar o adulto a criar estrat\u00e9gias para poder lidar com as suas defici\u00eancias por meio de planejamento e desenvolvimento de ferramentas que possam manter ele com menos esquecimento e enfrentar a procrastina\u00e7\u00e3o\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p>O uso de medica\u00e7\u00e3o \u00e9 indicado para muitos adultos que t\u00eam preju\u00edzos funcionais importantes associados aos sintomas. \u201cEssa \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o que tem uma base biol\u00f3gica e \u00e9 preciso que a gente possa estruturar do ponto de vista neuroqu\u00edmico o funcionamento cerebral\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A import\u00e2ncia da escola<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na vis\u00e3o de Rohde <mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color has-white-color\">\u00e9 fundamental capacitar os professores para o reconhecimento do TDAH, isso para que estejam ainda mais aptos a desenvolverem estrat\u00e9gias para acolher melhor a crian\u00e7a e o adolescente com o transtorno.<\/mark> \u201cEsse reconhecimento precoce vai amenizar uma s\u00e9rie de desfechos negativos associados ao transtorno. Portanto, a detec\u00e7\u00e3o na escola durante a inf\u00e2ncia e a adolesc\u00eancia \u00e9 fundamental para uma melhor trajet\u00f3ria desse indiv\u00edduo\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color has-white-color\">Outro ponto levantado pelo especialista \u00e9 quando este adulto chega ao ensino superior, sendo importante estrat\u00e9gias de acolhimento.<\/mark> \u201c\u00c9 reconhecer esses indiv\u00edduos e acomod\u00e1-los dentro das suas caracter\u00edsticas\u201d, ressalva.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s, Rohde comenta sobre um estudo, desenvolvido pelo ProDAH, que est\u00e1 em andamento com universit\u00e1rios do primeiro semestre da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da PUCRS, e com estudantes de pr\u00e9-vestibular. \u201cEstamos avaliando indiv\u00edduos com e sem TDAH, as estrat\u00e9gias de acomoda\u00e7\u00e3o. Hoje em dia, as provas de vestibular e do Exame Nacional do Ensino M\u00e9dio (ENEM) t\u00eam tempo estendido de uma hora para quem tem o transtorno. Precisamos nos basear em evid\u00eancia cient\u00edfica e n\u00e3o simplesmente em uma determina\u00e7\u00e3o que vai ser uma hora para todo mundo com TDAH. A ideia \u00e9 ver quais as estrat\u00e9gias que podem funcionar melhor para essas pessoas\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p><mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color has-white-color\">J\u00e1 Denise acredita que o grande desafio \u00e9 desmistificar ainda mais o pensamento sobre o TDAH, sendo que o ambiente escolar pode ajudar nesta causa.<\/mark> \u201cPor exemplo, pode ter uma professora que se queixa de determinado aluno, afirmando que para correr no recreio est\u00e1 sempre bem, mas quando \u00e9 para copiar um texto, n\u00e3o consegue. Os educadores devem ter seus conhecimentos atualizados sobre TDAH por meio das evid\u00eancias cient\u00edficas, e, assim, desenvolver uma maior paci\u00eancia com essas crian\u00e7as\u201d, sugere.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro da psicopedagogia, Denise cita as \u201cmodalidades de aprendizagem\u201d em que \u00e9 um olhar para a sala de aula e para os estudantes. \u201cIndependente da condi\u00e7\u00e3o, com TDAH, TEA, bipolaridade, nada impede o sujeito de aprender. Somos seres de aprendizagem e \u00e9 preciso refor\u00e7ar positivamente os comportamentos, as atitudes e ter muito cuidado com a autoestima dessa pessoa\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela sugere desenvolver programas que possam mudar o comportamento em rela\u00e7\u00e3o ao TDAH. <mark style=\"background-color:#ff6900\" class=\"has-inline-color has-white-color\">&#8220;\u00c9 saber que essa pessoa com transtorno \u00e9 capaz de aprender. N\u00e3o h\u00e1 impedimento de intelig\u00eancia e m\u00e1 vontade, \u00e9 uma quest\u00e3o neurol\u00f3gica. Temos que ter acolhimento, respeito, fazer com que essas pessoas possam confiar e entender como um parceiro, que vai estar ao lado para dar sustento \u00e0s suas necessidades\u201d<\/mark>, refor\u00e7a.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"694\" height=\"834\" src=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/Infografico-TDAH-em-adultos-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4943\" srcset=\"https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/Infografico-TDAH-em-adultos-1.jpg 694w, https:\/\/sinepe-rs.org.br\/educacaoempauta\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/Infografico-TDAH-em-adultos-1-250x300.jpg 250w\" sizes=\"auto, (max-width: 694px) 100vw, 694px\" \/><\/figure>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialistas apontam que a detec\u00e7\u00e3o do transtorno na inf\u00e2ncia \u00e9 fundamental para uma melhor 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